Dor na coluna
Lombalgia e cervicalgia persistentes, hérnia de disco, ciática, dor facetária, estenose de canal e dor que continuou depois da cirurgia de coluna.
Bloqueios facetários · radiofrequência · infiltração epidural
Existe uma especialidade dedicada só à dor. Ela investiga a origem, trata a causa e acompanha o alívio — com técnica, empatia e cuidado integral do início ao fim.
Toda dor é um alerta. Quando o alerta não desliga, ele deixa de proteger e passa a adoecer — e é aí que precisa ser tratado como doença, não como sintoma.
A especialidade
A medicina da dor é uma área jovem e ainda pouco conhecida no Brasil. Por isso a maioria das pessoas convive anos com dor antes de chegar até ela.
Se antes a dor era tratada apenas como sintoma de outra coisa, hoje ela é entendida como um problema com mecanismos próprios — que precisa de diagnóstico próprio e de tratamento próprio.
O ortopedista cuida da articulação. O reumatologista, da doença inflamatória. O neurologista, do nervo. A medicina da dor cuida da dor em si — e conversa com todos eles. É uma especialidade de anestesiologistas, neurocirurgiões e ortopedistas que se dedicaram depois ao controle da dor.
Onde você provavelmente já foi
O que a medicina da dor acrescenta
A dor em números
21,6%
dos adultos brasileiros referem dor crônica na coluna — cerca de um em cada cinco
30%
da população brasileira convive com alguma dor crônica, segundo a SBED
2ª
causa de morbidade referida pelos brasileiros, segundo a PNS
3
meses é o limite clínico: depois disso a dor é crônica e pede outra abordagem
E a curva está subindo
Fontes: Pesquisa Nacional de Saúde 2019 (IBGE / Ministério da Saúde), 88.531 adultos; PNS 2013; PNAD 2008; Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor. Dados nacionais, apresentados para contexto — não substituem avaliação individual.
Quando procurar
A dor que persiste além de três meses deixa de ser um aviso: o sistema nervoso aprende a doer e passa a manter o sinal sozinho. Quanto mais cedo tratada, melhor a resposta.
Mesmo que oscile de intensidade, mesmo que “dê para levar”.
Quando a rotina passa a ser organizada em torno da dor.
Fisioterapia, analgésicos ou cirurgia que aliviaram só por um tempo.
Doses que aumentam sozinhas são sinal de dor não controlada.
Sinais de dor neuropática, que pede abordagem específica.
Controle da dor caminha junto com o tratamento, não depois dele.
Se um sinal acima descreve os seus últimos meses, já é hora de uma avaliação.
Marcar avaliaçãoO que tratamos
A abordagem é multidisciplinar por definição: o plano é construído junto com fisioterapia, psicologia e as especialidades que já acompanham você. O cuidado vai além do corpo, alcançando também a mente.
Lombalgia e cervicalgia persistentes, hérnia de disco, ciática, dor facetária, estenose de canal e dor que continuou depois da cirurgia de coluna.
Bloqueios facetários · radiofrequência · infiltração epidural
Neuralgia do trigêmeo, neuropatia diabética, dor pós-herpética, dor após trauma ou cirurgia e síndrome de dor complexa regional.
Bloqueio de nervo periférico · medicação moduladora
Artrose de joelho, quadril e ombro, tendinopatias, dor miofascial com pontos-gatilho e quadros de dor difusa como a fibromialgia.
Infiltração articular · agulhamento · reabilitação conjunta
Migrânea de difícil controle, cefaleia por uso excessivo de analgésicos e dor cervicogênica — a cabeça é o local de dor crônica mais relatado no país.
Bloqueio de nervos cranianos · ajuste profilático
Controle da dor causada pelo tumor ou pelo próprio tratamento, em conjunto com a equipe oncológica, priorizando conforto, lucidez e autonomia.
Bloqueios neurolíticos · titulação de opioides · suporte familiar
Os procedimentos
É a primeira pergunta de quase todo paciente. Os procedimentos da medicina da dor são minimamente invasivos, feitos com anestesia local e guiados por imagem — ultrassom ou radioscopia — para que a agulha chegue exatamente no ponto planejado.
Você fica acordado, conversando, e volta para casa no mesmo dia. Nenhum procedimento é indicado sem que o mecanismo da sua dor tenha sido identificado antes.
O cuidado começa no toque
cuidar
Acreditamos que o tratamento vai além do físico; ele envolve a recuperação da confiança e o fortalecimento do bem-estar emocional.
A jornada
O símbolo da marca descreve o próprio tratamento: os pontos diminuem à medida que se afastam do centro. Dor no ápice, no núcleo; bem-estar nas extremidades — centramento, equilíbrio e solução multidimensional.
Etapa 01
Início, intensidade, o que melhora e o que piora — e o que a dor já tirou da sua vida. Seu relato é o principal instrumento de diagnóstico.
Etapa 02
Exame físico dirigido e leitura conjunta dos seus exames, comparando o que a imagem mostra com o que o corpo sente.
Etapa 03
Medicação, procedimento guiado por imagem e reabilitação, combinados ao seu caso — com metas de função, não só de nota de dor.
Etapa 04
Reavaliação da resposta e ajuste do plano até o alívio se sustentar — incluindo o desmame de medicações que não são mais necessárias.
Trajetória
Médica anestesiologista · CRM-GO 16287 · RQE N.8356
Dezesseis anos de dedicação à medicina, treze deles na anestesiologia, e uma atuação consolidada na medicina da dor. Uma carreira marcada não apenas pela excelência técnica, mas por um cuidado humanizado e compassivo — onde cada paciente e cada desafio contribuíram para moldar uma profissional que vê a medicina como missão de vida.
Da anestesiologia à medicina da dor, o caminho foi um só: anos dedicados a compreender a dor em todas as suas dimensões — um legado de alívio, conforto e esperança construído paciente a paciente.
O que esperar
Não é obrigatório. Se você já tem exames, relatórios ou receitas anteriores, traga — eles encurtam bastante a investigação.
A primeira avaliação é longa por definição: a história da dor é a maior parte do diagnóstico e não se conta em dez minutos.
Só se houver indicação clara. Muitos casos começam por ajuste medicamentoso e reabilitação, e o procedimento entra depois — ou não entra.
Nunca por conta própria. Traga a lista completa, inclusive suplementos, e qualquer suspensão será orientada na consulta.
Depende da causa e do tempo de dor. O plano é construído com metas realistas, reavaliadas a cada retorno — alívio gradual, não promessa.
Confirme as condições e formas de pagamento pelo WhatsApp no momento do agendamento.
Na consulta, não. Em dias de procedimento, sim — e com jejum, conforme a orientação entregue por escrito antes.
A dor crônica é real e mensurável, e o sofrimento emocional caminha com ela. Tratar as duas dimensões não invalida nenhuma das duas.
Agendamento
Preencha a solicitação e a secretaria retorna com os horários disponíveis e as orientações para a primeira consulta. Leva menos de um minuto.